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PSD planeja fusão com PSB caso perca ação no TSE

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PSD planeja fusão com PSB caso perca ação no TSE
 
PSD planeja fusão com PSB caso perca ação no TSE
Sigla corre risco de ficar sem tempo de TV e sem fundo partidário
O Partido Social Democrático (PSD), criado há um ano pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, projeta uma fusão com o PSB caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgue improcedente o pedido de ampliação do seu tempo de TV e seu acesso a recursos do Fundo Partidário. A ação começou a ser julgada pelo TSE no mês passado. Dos sete ministros, dois já votaram a favor e um se opôs ao pleito da nova legenda. Houve pedido de vista e o julgamento não tem prazo para ser retomado. Ainda faltam os votos de quatro magistrados. A sigla quer receber os benefícios na mesma proporção dos votos dados em 2010 à sua bancada atual na Câmara - na ocasião, os deputados integravam outros partidos. O secretário-geral do PSD, Saulo Queiroz, aposta na vitória na Justiça, mas defende a fusão em caso de revés. "Se o partido não tiver tempo de TV, temos que nos reunir rapidamente. Não se pode descartar hipótese de fusão com o PSB. É um jeito de tentar sobreviver", afirmou o diriente, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Queiroz lembra que a união com a legenda do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, (PSB) estava na origem do PSD, mas não avançou. Segundo ele, as duas siglas têm "parceria extremamente gratificante". Se o TSE der vitória ao PSD, que tem a quarta maior bancada da Câmara Federal, a sigla receberá cerca de R$ 1,6 milhão por mês e terá bom espaço na propaganda eleitoral na TV, uma das principais moedas usadas na hora da negociação de alianças. Se perder, ficará com R$ 18,5 mil mensais e tempo de TV de nanico.

PSD cogita fusão com PSB caso não amplie tempo de TV, diz jornal
13 de maio de 2012 09h02

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O PSD, partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, admite o risco de ocorrer uma debandada de seus quadros e projeta uma fusão com o PSB caso não consiga, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aumentar seu tempo de TV e seu acesso ao Fundo Partidário. Já são dois votos a favor e um contra o pedido da nova sigla, que quer receber benefícios na proporção dos votos recebidos em 2010 por sua atual bancada na Câmara, então integrantes de outras legendas. Folha de S.Paulo.
Faltando quatro votos, o julgamento não tem prazo para ser retomado após um pedido de vista. "Se o partido não tiver tempo de TV, temos que nos reunir rapidamente. Não se pode descartar hipótese de fusão com o PSB. É um jeito de tentar sobreviver (...) Muita gente no partido defende isso", afirma o secretário-geral do PSD, Saulo Queiroz, lembrando que a união com o partido do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, era a tendência na origem da formação da legenda de Kassab devido a uma "parceria extremamente gratificante". Se perder no TSE, o PSD ficará com R$ 18,5 mil mensais do Fundo (contra o R$ 1,6 milhão pleiteado) e estreito tempo de TV, o que causaria "enorme insegurança" entre os filiados, segundo Queiroz. Os deputados federais do PSD, em 2010, receberam 5,1 milhões de votos. Com esse número - que torna a legenda a 7ª maior do País, caso existisse na época da última eleição -, o PSD poderia pleitear mais recursos do Fundo Partidário e a ampliação de seu tempo de propaganda.



SP: Em nota, Marta Suplicy rebate críticas de José Serra
12 de maio de 2012 16h56 atualizado às 16h59

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A senadora Marta Suplicy (PT-SP) rebateu as críticas feitas pelo pré-candidato à prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB), à sua gestão como prefeita da cidade de 2001 a 2004. Durante a cerimônia que formalizou o apoio do PSD à sua candidatura, Serra criticou a gestão do PT na cidade e também ironizou projetos do Governo Federal que, segundo ele, teriam sido copiados de suas ideias.
"Tudo bem copiar, mas tem que saber copiar direito. O governo federal criou o 'Mãe Cegonha' (segundo ele, inspirado no programa 'Mãe Paulistana'), mas, até agora, a cegonha ninguém viu. A cegonha voou", afirmou o tucano.
Procurada, a Assessoria de Imprensa de Marta Suplicy divulgou, em nota, uma resposta às críticas feitas pelo pré-candidato do PSDB. Confira na íntegra:
Quem copia projetos, e mal, é José Serra. O próprio Mãe Paulistana nada mais é do que o Nascer Bem - da gestão Marta (2001-2004). Serra tentou se apropriar de outros projetos da ex-prefeita: a ponte estaiada, na Marginal Pinheiros, que atacou virulentamente, mas depois tocou o projeto adiante e com custo bem mais alto; o observatório de astronomia do Parque do Carmo e até o auditório do Ibirapuera, projetado por Oscar Niemeyer e cujas obras foram entregues por Marta. Serra criticava os CEUs e não entregou nenhum, mesmo tendo terrenos e projetos em mãos para tocar as obras. Paralisou Sao Paulo, no pouco tempo de gestão como prefeito - um ano e meio - contrariando promessa de campanha em que se comprometia a governar a cidade por quatro anos. Suas criticas e ironias não se sustentam diante dos fatos.


Serra ganha apoio do PSD e tenta afastar fantasma de racha no PSDB
12 de maio de 2012 14h28 atualizado às 17h19

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Serra em evento político que formalizou o apoio do PSD à sua candidatura. Foto: Marina Novaes/Terra Serra em evento político que formalizou o apoio do PSD à sua candidatura
Foto: Marina Novaes/Terra



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Marina Novaes
Direto de São Paulo
O Partido Social Democrático (PSD), do prefeito Gilberto Kassab, formalizou neste sábado o apoio à pré-candidatura do ex-governador José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, em um evento político marcado pela troca de elogios e por discursos de união dentro da aliança. Durante uma fala de 30 minutos, Serra disse que, se eleito, administrará em parceria com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), e esforçou-se para afastar o "fantasma" do racha de 2008, quando o tucano apoiou a reeleição de Kassab, enquanto Alckmin concorria a prefeito.
"Nós temos uma batalha difícil pela frente, portanto, temos que ter coesão. Aqui todo mundo tem de ser amigo desde criancinha", disse Serra.
O pré-candidato também exaltou que a aliança com Kassab e o vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD), presente no evento, venceu todas as disputas em São Paulo desde 2002 - ambos eram do DEM, tradicional aliado do PSDB. "Só não estivemos juntos em 2008 (na eleição municipal, quando DEM e PSDB lançaram candidaturas próprias), no primeiro turno. Mas, no segundo turno, estávamos juntos novamente", disse o pré-candidato, ignorando a polêmica em torno de seu apoio velado a Kassab naquela época.
Líder nas pesquisas, Serra já recebeu o apoio formal do PSD e do PV, e espera fechar com o DEM na próxima semana. Embora Kassab seja um desafeto dos democratas, já que levou muitos políticos do partido para sua nova legenda, o prefeito disse estar "muito feliz" com a aliança.
"É uma alegria muito grande. Quanto mais ampla a aliança, melhor", afirmou Kassab. "O prefeito sempre fez questão de que o DEM viesse conosco", completou Serra, que disse esperar ampliar ainda mais sua rede de aliados nos próximos dias. "Já é uma parte muito importante da aliança, mas tenho a expectativa que seja uma aliança muito maior ainda", emendou o tucano.
Para apoiar Kassab, o DEM exigiu, nos bastidores, ficar com a vaga de vice na chapa, mas tanto Serra quanto Kassab desconversaram sobre a questão. "Essa questão de vice, vocês podem não acreditar. Ninguém falou comigo, eu não falei com ninguém, e eu não conversei nem comigo mesmo a esse respeito", respondeu Serra.
Apesar do esforço para demonstrar que o partido está unido, uma ausência na campanha vem sendo notada: a do secretário estadual de Energia, José Aníbal, com quem Serra disputou as prévias do PSDB, em março. O secretário declarou apoio ao ex-governador, mas ainda não entrou na campanha. Questionado sobre o que o PSDB tem feito para integrar Aníbal aos trabalhos, Serra respondeu apenas que "nada de especial", e mudou de assunto.
"Presidente"
O ato em apoio a Serra também foi marcado pela exaltação do tucano, chamado de "Superprefeito" por Afif, que o chamou de "presidente". "São Paulo precisa de um prefeito que seja um presidente. E você é o nosso presidente, porque ganhou (as eleições de 2010) em São Paulo", afirmou o vice-governador.
Serra aproveitou a deixa para criticar o governo federal e a gestão do PT na Prefeitura de São Paulo, entre 2001 e 2004, afirmando que o partido adversário copia suas ideias.
"Tudo bem copiar, mas tem que saber copiar direito. O governo federal criou o 'Mãe Cegonha' (segundo ele, inspirado no programa 'Mãe Paulistana'), mas,até agora, a cegonha ninguém viu. A cegonha voou", ironizou o tucano.
Procurada pelo Terra, a ex-prefeita Marta Suplicy (PT-SP) rebateu as críticas feitas por Serra, e afirmou que o programa Mãe Paulistana é uma versão do Nascer Bem, criado em sua gestão (leia aqui a íntegra da nota oficial da senadora petista).
Disputas anteriores
Segundo o ex-governador, o fato de ele ter disputado a Presidência da República em 2010 o torna mais capaz de administrar a cidade, - ele perdeu no segundo turno para Dilma Rousseff - lembrando que Alckmin e Afif também já concorreram ao cargo. "Temos aqui três ex-candidatos a presidente: o Afif, o Alckmin e eu. Agora nós queremos administrar a nação paulistana", completou.
Apesar de lembrar a disputa à Presidência, Afif defendeu Serra das críticas dos adversários, que dizem que o tucano usará a prefeitura como um "trampolim" para a disputa em 2014, já que ele deixou a prefeitura em 2006 para concorrer ao governo, embora tenha dito à época que não sairia. "Ele não abandonou a cidade. Ele foi para o governo ajudar o Kassab", disse.

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