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Varela aceita intermediar greve dos professores

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Varela aceita intermediar greve dos professores

Data: 23/05/2012
10:20:07
Numa entrevista das mais esquisitas, o apresentador Raimundo Varela aceitou hoje, em seu programa da TV Itapoan, após “desafio” do presidente da APLB, Rui Oliveira, ser o intermediador dos entendimentos com o governo do Estado para solucionar a greve dos professores.
Desde o início do programa o apresentador destacou a presença dos professores no estúdio, afirmando que eles teriam espaço para falar, assim como foi dado ao governador Jaques Wagner. No entanto, a conversa não chegou a três minutos, tempo em que mais falou o próprio Varela, que interrompeu duas vezes o sindicalista para evitar críticas a Wagner.
No primeiro anúncio que fez da entrevista, Varela chamou o sindicalista de Rui Costa, que é o chefe da Casa Civil do governo. Os professores reagiram com rumores, e ele, fingindo simpatia, mandou que não se manifestassem, corrigindo o nome. Mais tarde, quando ia iniciar efetivamente a entrevista, repetiu o erro, e novamente houve reação.
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Raízes comuns não ajudaram o professor

Data: 23/05/2012
10:17:21
Aí Varela disse que estava “de sacanagem” com Rui Oliveira, a quem viu “menino”. O professor aquiesceu: “Jogamos bola juntos”. Varela quis saber “quando o impasse será superado”, ouvindo a resposta: “Quando o governador respeitar a categoria”, ressaltando que “a democracia tem de ter regras” e que o governo não cumpriu um acordo que assinou com a APLB.
O apresentador não deixou a crítica prosperar, aplicando aquela conversa conhecida, de que é de uma família de professores, que as mães de alunos estão enviando e-mails ao programa, e de novo falou sobre o fim do “impasse”.
Na resposta, Rui foi mais duro: acusou o governador de “contradição”, e usando um exemplo que não foi bem entendido devido à falta de tempo para esclarecer, referiu-se a um cálculo feito por Wagner, que “até um menino de quarta série sabe que está errado”, sendo novamente interrompido.
Foi neste ponto que Rui, sentindo que o apresentador não estava com boa vontade para a entrevista, fazendo-a apenas para dar ares democráticos ao programa, chamou Varela para a intermediação. Aceita a proposta, Rui disse algo que dificilmente irá acontecer: “Vamos para Ondina com você”.
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Dom Raimundo

Data: 23/05/2012
10:15:00
Sobre o novo negociador ad hoc da greve, a conclusão de um experimentado observador da cena politica: “Varela quer conseguir algo que nem o arcebispo Murilo Krieger conseguiu”.
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Trabalho para a segurança

Data: 23/05/2012
10:14:16
A segurança da Assembleia Legislativa, formada por servidores da Casa, “está tendo o maior trabalho” com os professores acampados, segundo disse um deles a este blog, esperando “reconhecimento, apesar da época de vacas magras para os servidores”.
Na terça-feira, quando a APLB fez uma assembleia geral para decidir os rumos do movimento, os agentes tiveram de ser rápidos para impedir os grevistas de colocar na fachada do prédio uma faixa considerada “ofensiva ao governo”.
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Piada do ano: João Henrique governador

Data: 22/05/2012
13:31:07
Apesar do esforço que faz nos meios de comunicação para falar da excelência de sua administração, só pode ser tomada como piada a pretensão do prefeito João Henrique (PP) de concorrer ao governo do Estado em 2014.
Sua última investida, com longo blablablá no site Bahia Já, coincidiu com a chegada de fortes chuvas, que potencializaram os problemas de Salvador, tomada por enchentes, desabamentos de imóveis e encostas, sem falar na destruição da malha viária em todo os cantos.
O prefeito destaca em seu trabalho “o tratamento igualitário para todos que moram na cidade”. E nesse ponto está coberto de razão: está tudo uma coisa só, pois até a inundação de residências, hoje, não é mais “privilégio” das regiões pobres.
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É licito duvidar da palavra do prefeito

Data: 22/05/2012
13:29:20
A postura política do prefeito é tão enigmática que permitiu ao entrevistador, o jornalista Tasso Franco, perguntar se ele vai entrar “de cabeça” na campanha do candidato de seu partido, João Leão, como se isso fosse algo duvidoso.
“De cabeça”, respondeu prontamente João Henrique, e possivelmente é verdade, porque ele sabe que disso depende sua própria cabeça. Não foi o caso da eleição de 2010, quando a cabeça cortada foi a de Geddel Vieira Lima, candidato do seu partido de então, o PMDB, ao governo.
Naquele ano, em 28 de setembro, a pouco mais de um mês do pleito, o prefeito compareceu a um ato pró-Geddel num restaurante da capital, onde, indagado por jornalistas incrédulos se apoiaria mesmo o correligionário, respondeu:  “Minha presença aqui vale mais do que mil palavras”.
Hoje, aquele tempo distante é lembrado somente nos seus aspectos favoráveis. O prefeito cita como grandes realizações de seu segundo mandado a cobertura dos canais da Centenário e do Imbuí, obras que foram viabilizadas técnica e financeiramente pelo então ministro Geddel.
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Os problemas são sempre os outros

Data: 22/05/2012
13:25:58
Se é apontado um eventual ponto negativo na gestão, o prefeito tem sempre um culpado, ou responsável, que não é ele. A demora das obras para a Copa do Mundo é porque “Salvador é pobre”. Tem só R$ 2,9 bilhões de orçamento, contra, por exemplo, R$ 7 bilhões de Belo Horizonte.
Os problemas financeiros do município, que o prefeito garante estar em hoje em situação “equilibrada”, decorrem de dívidas feitas por prefeitos que o antecederam. A dificuldade na manutenção da cidade vem das 50 mil pessoas que Salvador recebe por ano, “fugindo do interior”.
A prática é antiga. João Henrique já culpou as concessionárias de veículos, por excesso de vendas, pelos engarrafamentos na capital. Agora, acusa também a Constituição de 1988, que “atribuiu aos municípios um sem-número de responsabilidades que eram da União e dos Estados”.
Nem mesmo a responsabilidade pelo início de operação do metrô Lapa-Acesso Norte ele quer assumir. “Segundo o secretário José Matos”, disse João Henrique ao ser questionado, “será no final de agosto”. Está certo. Se der problema, foi culpa do outro.
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Neto detém "votos dos ricos"

Data: 22/05/2012
13:24:24
O prefeito se julga o dono dos votos dos “pobres da cidade” que são "80% da população". Quanto ao deputado ACM Neto, candidato do DEM a prefeito que o apoiou no segundo turno de 2008, “trouxe os votos da elite”.
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Candidatura "natural"

Data: 22/05/2012
13:23:27
Agora, o primor de declaração em que João Henrique se lança candidato a governador: “Um prefeito que administra uma cidade como esta, que hospeda todos os problemas do interior da Bahia, claro que é natural tentar galgar Ondina para tentar atacar os problemas na sua inteireza, no seu conjunto”.
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Tradução

Data: 22/05/2012
13:22:40
Quando um político diz que algum município “ostenta os indicadores sociais mais deprimidos”, isto significa que está atolado na miséria.
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Seletividade

Data: 22/05/2012
13:21:38
Somente o telejornal Bandcidade publicou a declaração do artista Menelaw Sete questionando a ausência do Ministério das Relações Exteriores do Brasil durante todo o drama que ele e outros brasileiros viveram no aeroporto de Barajas, na Espanha.
A TV Bahia, cujo trabalho foi reproduzido pelo Jornal Nacional, só levou ao ar palavras que criticavam as autoridades espanholas e, na parte “folclórica” da reportagem, mostrou os desenhos feitos pelo artista durante as 30 horas de humilhação sofrida em Madri.
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Pelegrino critica edição de matéria

Data: 22/05/2012
13:20:11
O deputado Nelson Pelegrino (PT) está pagando indevidamente pelo título da entrevista que  concedeu a A Tarde, que lhe atribui a declaração de que os professores grevistas estão sendo “injustos” com o governador Jaques Wagner.
Em nenhum momento o deputado usou tal palavra, tendo se limitado a relacionar as vantagens que a categoria teria obtido nos últimos anos. Mas o fato foi amplamente usado pelo oposição, a exemplo do deputado Targino Machado (PSC).
“Deus salve a Bahia de ter um puxa-saco no Palácio Thomé de Souza”, bradou Targino, numa referência à candidatura de Pelegrino à Prefeitura de Salvador. “A Prefeitura seria um apêndice do governo, como o PT quer fazer com a Assembleia”.
Pelegrino passou o dia esclarecendo: “Não se deixem manipular, tenho respeito e consideração pelos professores”. O episódio exigiu uma coisa que político não gosta de fazer, que é criticar a imprensa: “Não entendi o que A Tarde fez (…) a manchete não corresponde ao conteúdo”.
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Líder defende trabalho de comissões

Data: 22/05/2012
13:18:04
Aliás, o centenário jornal foi objeto de considerações também por outra matéria, em que trata das faltas de deputados a sessões de comissões técnicas da Assembleia Legislativa, com direito a um discurso contestador do líder do governo, Zé Neto (PT).
“Devemos atender aos reclamos da sociedade, mas devemos esclarecer as coisas para que não pensem que a Casa não funciona”. Para ele, as comissões “têm funcionado a contento”, cumprindo suas finalidades “dentro de uma realidade política, embora não a todo vapor”.
A deputada Luiza Maia (PT), por sua vez, defendeu o trabalho realizado na Comissão dos Direitos da Mulher, onde teriam se registrado 46 faltas. “Não aceito. Temos quatro reuniões por mês, não é possível tanta falta”. Ela disse ainda que a Comissão da Reforma Política “não recebe um centavo”, ao contrário do que foi publicado.
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Álvaro também contesta nota em jornal

Data: 22/05/2012
13:15:56
A Tribuna da Bahia disse hoje que “figuras próximas ao deputado Álvaro Gomes” tentam passar a ideia de que ele está “sendo hostilizado pelos professores grevistas” para ficar bem com o governo, dando a impressão de que é contra o movimento”.
Álvaro não gostou. Distribuiu nota à imprensa afirmando que se trata de "uma tentativa vil, embora inócua, de jogá-lo contra o governo". Disse que, em 31 anos de vida pública, no Sindicato dos Bancários e na Assembleia Legislativa, jamais foi “afeito ao jogo duplo”.
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Precisamos de heróis

Data: 22/05/2012
13:14:37
Anuncia-se a ideia de reeleger a ministra Eliana Calmon para a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça. Resta supor que não há juízes neste país capazes de conduzir a tarefa nos moldes em que ela o faz. E que sua pregação, midiaticamente solitária, não vai mover nada nas estranhas do Poder Judiciário.
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